Mensagem recebida da ANATEL
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Caros,

Lamento informar o cancelamento das provas de radioamador, previstas para o mês de Novembro, em Blumenau e Joinville.
O cancelamento se dá em função das restrições orçamentárias estabelecidas pelo Governo Federal.

Vamos aguardar um pouco para ver a possibilidade de marcarmos uma novada data para o primeiro semestre do ano que vem, inclusive com Classe B, se possível.

Atenciosamente,

Jackson Sanches
Anatel/SC

As ondas estacionárias são importantes tanto em sistemas eletrônicos como mecânicos. Assim, seu conhecimento é de grande importância para a realização de projetos mecatrônicos e de radiotransmissão. Na verdade a maioria dos leitores que já montou um transmissor já ouviu falar das ondas estacionárias. Estas ondas, que aparecem nas linhas de transmissão devem ser mantidas num nível baixo para que o rendimento das emissões e dos próprios equipamentos não sejam comprometidos. Mas, o que são realmente estas ondas, como se formam e como pode ser reduzida sua ação  e, finalmente como podem ser medidas é algo que não são muitos os que conhecem a ponto de poder tomar decisões em sua função. Tudo isso é o que veremos neste artigo.

Para que um transmissor funcione corretamente, toda energia de alta freqüência gerada nos circuitos eletrônicos deve ser leveda à antena e irradiada.
Para esta finalidade existe um elemento físico, um cabo denominado “linha de transmissão” que faz a conexão dos dois: transmissor à antena, conforme mostra a figura 1.

Essa linha não apresentaria interesse maior para os operadores ou projetistas das estações de rádio se não fosse alvo da ocorrência de um fenômeno importante, capaz de reduzir consideravelmente a eficiência do sistema.
Se ocorrerem problemas de adaptação entre a linha e o transmissor ou entre a linha e a antena, ocorrem sérios problemas na transferência da energia.
Reflexões podem então reduzir a energia irradiada e não é só isso: essa energia não transmitida volta para os circuitos do transmissor podendo sobrecarregá-los a ponto de causar a queima de componentes importantes.
Os sinais que refletem na linha de transmissão dão origem às chamadas “ondas estacionárias”, ou do inglês “standing waves”.
Estas ondas que também se manifestam em sistemas mecânicos como por exemplo uma onda que se propaga através de uma corda vibrante é o assunto que passamos a abordar em maior profundidade.
Até mesmo com ondas sonoras que se propagem num tubo o fenômeno pode ocorrer com grande intensidade com efeitos bastante interessantes que merecem ser conhecidos de nossos leitores.
Estes efeitos podem ser usados em sistemas de detecção de objetos com a medida da distância (trenas) em robôs e outros dispositivos mecatrônicos.

TRANSFERÊNCIA DE ENERGIAPara que ocorra a máxima transferência de energia de um sistema para outro como, por exemplo, de um transmissor para uma antena, é preciso que suas impedâncias sejam iguais.
Se a ligação de um sistema A a um sistema B for direta conforme mostra a figura 2, o modo como esta ligação é feita não ‚ importante, pois os fios não influem na transferência da energia.

Entretanto, se o sistema A (um transmissor por exemplo) estiver longe do sistema B (uma antena, por exemplo) é preciso que o cabo que os une, ou seja, a linha de transmissão tenha características apropriadas, para que não ocorram modificações no processo.
A linha de transmissão deve ter a mesma impedância dos outros elementos do sistema, ou seja, o transmissor e a antena, conforme mostra a figura 3.

Para fios comuns, a impedância apresentada depende do comprimento considerado, o que não os torna muito próprios para serem usados na ligação de transmissores a uma antena.
Isso ocorre porque, em altas frequências, entram em ação a indutância dos fios e a capacitância entre eles, a qual depende justamente do comprimento, conforme mostra a figura 4.

Para a condução de tais sinais existe; entretanto uma solução que consiste no uso de fios especiais, ou seja, cabos, em que a construção física é tal que a impedância, para uma ampla faixa de freqüências, se mantém constante independentemente do comprimento do fio e da própria freqüência do sinal que deve ser conduzido.
Assim, quando dizemos que um cabo coaxial tem uma impedância de 75 ohms ou 50 ohms, não importa se o comprimento considerado seja de 20 centímetros ou 20 metros.
Na figura 5 temos o modo como um cabo coaxial é construído, observando-se a blindagem externa e o condutor interno.

Com a utilização de um transmissor cuja saída seja de 50 ohms de impedância, de um cabo de 50 ohms de impedância (qualquer comprimento) e uma antena de 50 ohms, teríamos certamente o máximo rendimento para uma estação.
Na prática, entretanto, se podemos manter a impedância do transmissor no valor certo, do cabo no valor certo a da antena nem sempre se ajusta perfeitamente a isso e aí começam a aparecer os problemas.

IMPEDÂNCIA DE ANTENA
Para entender melhor fenômeno vamos imaginar um sistema em que tenhamos um transmissor, um cabo coaxial, mas em lugar da antena seja colocada uma lâmpada, conforme mostra a figura 6.

Vamos supor inicialmente que a lâmpada tenha uma resistência constante de filamento, igual a 50 ohms, e que corresponda à impedância da linha de transmissão e da própria saída do transmissor.
Ligando o transmissor, toda a energia ser  transferida para a lâmpada que a absorverá e a converterá em luz e calor.
A lâmpada acenderá então com seu brilho normal.
Se em seu lugar for ligada uma antena de 50 ohms a transferência de energia para o espaço na forma de ondas eletromagnéticas será total.
O que aconteceria se em lugar de uma lâmpada de 50 ohms fosse ligada uma de 150 ohms, conforme mostra a figura 7?

O resultado seria um “descasamento de impedâncias”.
A lâmpada não conseguiria absorver toda a energia do transmissor vinda pelo cabo e não tendo o que fazer com o excedente dessa energia, ela a refletiria de volta ao transmissor. 
A absorção seria de 75% e a parte refletida de 25%.
É claro que esta energia refletida terá de ir para algum lugar pois não pode ficar “acumulada” no fio, e este algum lugar são os componentes de saída do circuito do transmissor.
Estes componentes têm de dissipar esta energia refletida, transformando-a em calor, já  que não ela pode ser irradiada, e o resultado será um aquecimento adicional que pode causar problemas de funcionamento.
Nem sempre o projeto prevê um aquecimento muito maior do que o obtido em funcionamento normal e isso pode causar a queima de componentes.
Para um transmissor transistorizado pode ocorrer a queima dos transistores de saída e para os transistores valvulados teremos um “avermelhamento” das placas das válvulas com uma sobrecarga e redução da vida útil.
Por que a onda refletida faz tudo isso? O que ocorre dentro do cabo?
Para entender estes fatos vamos um pouco além nas nossas explicações tomando uma
analogia mecânica.
Na verdade esta analogia mecânica se aplica aos sistemas que podem estar num dispositivo que transfira energia através de uma corda, de um tubo usando algum tipo de vibração mecânica.

AS ONDAS ESTACIONÁRIAS
Imaginemos uma corda com uma extremidade presa a uma parede, conforme mostra a figura 8.

Movimentando rapidamente para cima e para baixo a extremidade livre da corda, podemos produzir uma onda transversal que se propaga com uma certa velocidade.
O comportamento desta onda é análogo ao de uma onda elétrica que percorre um cabo coaxial.
A única diferença é que no caso do sinal elétrico temos uma tensão que varia ao longo da linha e a percorre numa velocidade de centenas de milhares de quilômetros por segundo.
No cabo temos uma amplitude mecânica e a velocidade de propagação é da ordem de centenas de metros por segundo, conforme o material de que ele é feito.
Pois bem, se na extremidade fixa da corda houver um sistema de amortecimento que possa absorver toda a energia que é transportada pela onda transversal tudo bem: a onda chega a este ponto e transfere sua energia desaparecendo.
No entanto, se esta oscilação não tiver sua energia absorvida, a onda reflete e volta ao ponto de partida, conforme mostra a figura 9.

Temos então uma onda refletida que pode ter maior ou menor intensidade, conforme a energia que eventualmente tenha sido absorvida no ponto fixo de reflexão.
No caso de um transmissor de rádio não temos simplesmente uma onda mas sim a produção constante de ondas, ou um trem de ondas, e essas ondas vão continuamente do transmissor para a antena.
Seria como o movimento constante da mão (transmissor) produzindo as ondas que vão para a antena parede, conforme mostra a figura 10.

Isso significa que, se houver reflexão dessas ondas no final da linha, as ondas que vão se combinam com as ondas que vem e o resultado é bastante interessante: como as freqüências das ondas num sentido e noutro são iguais (seus comprimentos também), ocorre um fenômeno de batimento em que aparecem pontos de máximos e mínimos fixos, bem estabelecidos ao longo da extensão da linha ou corda, conforme mostra a figura 11.

Se a intensidade da onda refletida for a mesma da onda incidente, ou seja, se tivermos 100% de reflexão, os pontos de máximo terão a intensidade (amplitude) correspondente ao dobro da amplitude de cada sinal e os pontos de mínimo corresponderão a nulos.
Se a intensidade da onda refletida for menor, os máximos não terão o dobro da amplitude do sinal original e os mínimos não serão nulos.
A diferença entre elas será menor e teremos uma forma de oscilação conforme mostrada na figura 12.

Levando isso para o caso eletrônico, tomando um transmissor como fonte de sinais, podemos imaginar voltímetros ao longo da linha de transmissão, conforme mostra a figura 13.

Se não houver reflexão alguma dos sinais, a tensão marcada em qualquer voltímetro será máxima, qualquer que seja o ponto da linha em que ele seja ligado.
Por outro lado, se o sinal refletir totalmente no final da linha, teremos pontos fixos em que os voltímetros indicarão máximos e pontos que indicarão nulos.
Veja que, observando essas indicações e mesmo a oscilação da corda, temos a impressão que a onda “pára”, ou seja, passamos a ter nós e ventres em posições fixas.
Na realidade existe uma propagação de ondas nos dois sentidos, resultando no fenômeno, mas sua combinação leva à impressão de uma só que esteja estacionada ou estacionária, daí darmos ao fenômeno o nome de “ondas estacionárias”.
Para a transmissão, a presença de ondas estacionárias é sinal de que existe energia sendo refletida e portanto não irradiada.
Devemos portanto reduzir sua proporção no sentido de obter maior rendimento na transferência dos sinais.

COMO MEDIR
Em princípio sabemos que, para que haja total transferência de energia do transmissor para a antena, não devemos ter nenhum sinal refletido.
Em outras palavras, em todos os pontos considerados da linha de transmissão a tensão deve ser a mesma.
A relação entre as intensidades observadas entre os pontos de máximos e de mínimos é de 1:1 (um para um).
Obtemos então o maior rendimento de um transmissor quando a relação de ondas estacionárias observadas no sistema for de 1 para 1.
Esta relação de ondas estacionárias é abreviada por ROE.
Nos livros técnicos que mantém os termos em inglês a abreviação é SWR (Stand Wave Ratio).
À medida que aparecem as ondas estacionárias em conseqüência da reflexão do sinal, a relação entre a tensão nos pontos de máximos e mínimos de sinal aumenta.
Damos como exemplo uma tabela em que associamos as relações de ondas estacionárias (ROE) à potência perdida.

    R.O.E.                Perda (%)
   1 : 1,01                    -
   1 : 1,02                  0,01
   1 : 1,03                  0,02
   1 : 1,04                  0,04
   1 : 1,05                  0,06
   1 : 1,06                  0,08
   1 : 1,07                  0,11
   1 : 1,08                  0,15
   1 : 1,09                  0,19
   1 : 1,10                  0,23
   1 : 1,11                  0,27
   1 : 1,12                  0,32
   1 : 1,13                  0,37
   1 : 1,14                  0,43
   1 : 1,15                  0,49
   1 : 1,16                  0,55
   1 : 1,17                  0,61
   1 : 1,18                  0,68
   1 : 1,19                  0,75
   1 : 1,20                  0,83
   1 : 1,30                  1,70
   1 : 1,40                  2,78
   1 : 1,50                  4,00
   1 : 1,60                  5,33
   1 : 1,70                  6,72
   1 : 1,80                  8,16
   1 : 1,90                  9,63
   1 : 2,00                  11,1
   1 : 2,20                  14,1
   1 : 2,40                  17,0
   1 : 2,60                  19,8
   1 : 2,80                  22,4
   1 : 3,00                  25,0
   1 : 4,00                  36,0
   1 : 5,00                  44,4
   1 : 6,00                  51,0
   1 : 7,00                  56,0
   1 : 8,00                  60,5
   1 : 9,00                  63,2
   1 : 10                    66,9
   1 : 20                    81,9
   1 : 50                    92,3

Evidentemente, um medidor de ondas estacionárias deve ter condições de captar tanto o sinal que vai do transmissor como o que é refletido da antena para o receptor, diferenciando-os de modo a se obter a indicação desejada.
Para conseguir isso os circuitos usam recursos interessantes.

O ACOPLADOR DIRECIONAL
Uma das características de uma linha de transmissão é que o campo externo é nulo de modo que não podemos extrair nenhum sinal em suas proximidades, do lado externo.
É justamente esta propriedade que permite a constância de sua impedância, independendo de seu comprimento.
Se quisermos extrair parte do sinal de um cabo coaxial por indução, precisamos passar um condutor sob sua malha, fazendo-o correr paralelo ao condutor interno conforme mostra a figura 14.

Nestas condições, teremos nas extremidades deste condutor uma tensão que depende em valor e freqüência do sinal que está sendo transmitido.
Partindo desta configuração, podemos ir um pouco além e colocar um diodo e um instrumento, conforme mostra a figura 15.

A polarização do diodo é tal que permite que apenas os sinais que correm num sentido sejam medidos.
O que ocorre é que, cortando parte dos semiciclos que correspondem à reflexão ou à incidência dos sinais, podemos ter uma indicação ou do sinal direto ou do sinal refletido.
Veja então que aproveitando este tipo de acoplamento direcional podemos facilmente saber qual é a “quantidade” de sinal refletido e com isso saber qual é a relação de ondas estacionárias.
Bastar  ligar o acoplador de modo a medir as ondas “diretas”  e depois inverter a ligação para ler as ondas “refletidas” e estabelecer a relação.
Isso nos leva então à configuração final de um instrumento para esta finalidade que é mostrado na figura 16.

Sua operação é muito simples: colocando a chave leitora na posição de ajuste, medimos o sinal no sentido direto (transmissor para a antena) e com isso podemos fazer o ajuste para que o valor indicado seja 100% ou 1.
Depois, invertendo a posição da chave, medimos o sinal refletido, obtendo deste modo uma indicação direta da relação de ondas estacionárias ou da porcentagem de sinal transferido.
Veja que esta necessidade de termos de ajustar o instrumento para o fim da escala na condição de sinal direto faz com que a sensibilidade do instrumento determine a potência mínima que o transmissor deve ter para a sua utilização.
Os instrumentos deste tipo são então especificados para potências mínimas em que operam e também, para uma determinada faixa de freqüências.
Como a tensão induzida no fio interno ao cabo coaxial depende também da potência, podemos usar o mesmo instrumento como indicador de potência.
Basta então ter uma referência na escala obtida por calibração para que, na posição de sinal direto, tenhamos a possibilidade de medir diretamente a potência do transmissor.

MEDIDORES DE ONDA ESTACIONÁRIA COMERCIAIS
Comercialmente o medidor de onda estacionária pode ser adquirido para operar com transmissores, principalmente da faixa de radioamadores (PX e PY), se bem que existam os tipos profissionais que são indicados para operação em diversas faixas de telecomunicações, incluindo freqüências da faixa de VHF, UHF e SHF.
Estes aparelhos, como o mostrado na figura 17 são bastante simples e sua precisão é suficientemente boa para permitir que os operadores levem seus equipamentos de transmissão à condição de máximo rendimento.
          


Figura 17 – Um medidor de ROE (SWR)

Os medidores de ondas estacionárias são intercalados entre o transmissor e a antena, conforme mostra a figura 18.

Como todo instrumento de medida deste tipo (sem sistema ativo), a energia que aciona o instrumento indicador é tirada do próprio circuito, o que significa uma pequena atenuação do sinal.
Neste caso, a atenuação é de apenas 0,5% o que significa uma boa precisão para as medidas, mesmo de transmissores de pequena potência.

COMO MEDIR
A operação dos medidores é feita de maneira semelhante na maioria dos tipos.
Assim para que o leitor tenha uma idéia de como isso pode ser feito, vamos dar como exemplo a operação de um medidor típico como o tomado como exemplo no item anterior.

a) Medindo potência (PWR)
Inicialmente a chave seletora do instrumento deve ser ajustada para medir potência, ou seja, colocada na posição PWR.
Depois, ajusta-se o potenciômetro de Calibração para a freqüência de transmissão, de acordo com a tabela fornecida pelo fabricante do instrumento.
A seguir, acionando-se o transmissor de modo que ele transmita seus sinais, faz-se a leitura do valor da potência diretamente na escala correspondente do instrumento.

b) Medindo ondas estacionárias (SWR)
Inicialmente, coloque a chave seletora na posição que mede as ondas diretas (SWR-FWD).
Ajuste então o potenciômetro de calibração até obter a indicação de máximo ou ainda o ponto indicado por SET pelo fabricante.
Este ajuste deve ser feito com o transmissor ligado.
Passe agora a chave seletora para a posição que mede a onda refletida (SWR).
Basta então ler a porcentagem de onda refletida ou ainda a relação de ondas estacionárias (SWR ou ROE) diretamente na escala correspondente.
Ao fazer a medida deve ser observado o mínimo de potência do transmissor para a freqüência correspondente de modo a se conseguir o ajuste do aparelho.

    Estive no clube nas horas finais e pude observar o trabalho de equipe com empenho até os minutos finais do CVA 2013.
    Equipe entrosada, harmônica, empenhada em realizar um bom trabalho.
    Digno de nota a participação do PP5RMS que segundo informações, falou como nunca, operou a estação por volta de 18 horas.
    Para citar: Marcio, Marlon, Júlio, Blaidior, dentre outros, realizaram um belo trabalho, representando o CRAJE neste concurso.
 
    Parabéns a todos (inclusive os não nominados) que participaram desta empreitada!
 
    PU5BRA – Rinaldo Barbosa Amaral

    Presidente do CRAJE – Gestão 2013-2014

Sábado ensolarado e produtivo no alto Quirirí.

Equipe do Clube de Radioamadores do CRAJE, AJM/GRM unidas com a missão de instalar a nova placa solar que praticamente triplicará a atual capacidade de geração instalada, bem como realizar a manutenção do sistema de irradiante e reinstalação do equipamento de repetição da 146.820 MHz, partiu em Expedição de Joinville na madrugada de Sábado.
Trabalho de qualidade e eficiente de toda a equipe (incluindo pessoal que deu suporte a partir de Joinville e região).
Está previsto para esta Quinta feira dia 08/08, retorno para alguns “retoques” a serem realizados no sistema para melhorar  seu rendimento, resultante de observações realizadas após o retorno a Joinville.

Abaixo link para video e fotos tiradas na “expedição” pelo Reporter Rodrigo Philipps, ao qual externamos nossos agradecimento pela divulgação das atividades do Radioamadorismo.

Parabéns a todos!

PU5BRA

Vídeo:
http://www.youtube.com/watch?v=6YFf70abx40

Fotos:
http://anoticia.clicrbs.com.br/sc/fotos/fotografo-do-an-acompanha-radioamadores-em-missao-no-quiriri-em-garuva-37795.html

fonte: Rodrigo Philipps/Agencia RBS

:imagem 8

MARINHA DO BRASIL
Escola Naval
Grêmio de Comunicações
 Concurso Batalha Naval
do Riachuelo – 2013


FINALIDADE

Este concurso é realizado anualmente pelo Grêmio de Comunicações da Escola Naval, tendo como objetivo a confraternização e o adestramento de comunicações dos Aspirantes do Grêmio entre os Radioamadores e homenageando-se o aniversário da Batalha Naval do Riachuelo.

HISTÓRICO

Aos 11 de Junho de 1865, no Rio Paraná, próximo a confluência do Arroio Riachuelo, foi travada a mais importante batalha naval da campanha contra o Paraguai. As chatas paraguaias adequavam-se à guerra fluvial por serem menores e mais rápidas que os navios de nossa esquadra. O Almirante Barroso a bordo da Fragata Amazonas, comandava a esquadra brasileira e, percebendo as suas desvantagens, ordenou que seu navio investisse a proa sobre, as canhoeiras inimigas, obtendo assim a vitória, com a qual deteve o domínio fluvial em todo o decorrer da campanha, garantido o apoio tático e logístico às operações terrestres e impedindo que os inimigos fornecessem tal apoio fluvial às suas tropas.
A Esquadra Imperial perdeu a Corveta Jequitinhonha e 104 homens, dentre os quais Marcílio Dias e Greenhalg, todos com elevado senso de dever e amor a Pátria.
“O BRASIL ESPERA QUE CADA UM CUMPRA SEU DEVER” – Foi o sinal disseminado por Barroso aos seus comandos e que ainda, hoje permanece vivo na lembrança de todos os marinheiros. É com este espírito que a Marinha do Brasil cumpre o seu dever de participar na garantia de soberania de nossa Pátria.


DATA E HORÁRIO

-CW: 18h00 PT2 de 28/JUN/2013 (Sexta) ás 18h00 UTC de 29/06/2013 (Sábado)
-FONIA: 18h00 PT2 de 29/JUN/2013 (Sábado) ás 18h00 PT2 de 30/06/2013 (Domingo)

FAIXAS

Serão realizadas nas faixas de 10, 20, 40 e 80 metros.
>> Não serão aceitos contatos simultâneos em faixas diferentes <<

CATEGORIAS

-Operador Único – Classes: A,B,C.
-Radioamadoras (YL)
-Clubes, Associações e Estações Multi-operadores
-QRP
-Estações Militares


CHAMADA

-CW: CQ CBR
-FONIA: CQ RIACHUELO

MENSAGENS

-Operador Único – Classes A,B,C. RS (T) + UF
-Radioamadoras (YL) RS (T) + YL
-Clubes, Associações e Estações Multi-Operadores RS (T) + UF
-QRP – RST + QRP
-Estações Militares RS (T) + MIL

PONTUAÇÃO

Contato com a estação coordenadora PY1BJN: 10 Pontos
Contato com estações militares: 05 Pontos
Contato com estações QRP: 03 Pontos
Demais estações: 02 Pontos
A pontuação final é obtida pela soma dos pontos de todas as bandas X Ufs de todas as bandas.

MULTIPLICADORES

Os diferentes estados (UF) Brasileiros comunicados por banda.

Estado
UF
Estado
UF
Acre
AC
Alagoas
AL
Amapá
AP
Amazonas
AM
Bahia
BA
Ceará
CE
Brasília
DF
Espírito Santo
ES
Goiás
GO
Maranhão
MA
Mato Grosso
MT
Mato Grosso do Sul
MS
Minas Gerais
MG
Pará
PA
Paraíba
PB
Paraná
PR
Pernambuco
PE
Piauí
PI
Rio de Janeiro
RJ
Rio Grande do Norte
RN
Rio Grande do Sul
RS
Rondônia
RO
Roraima
RR
Santa Catarina
SC
São Paulo
SP
Sergipe
SE
Tocantins
TO
Ilhas Oceânicas
IO

PRÊMIOS

-CW: ao 1º colocado por categoria
-FONIA: ao 1º colocado por categoria
Os demais participantes, receberão o diploma de participação oferecido pelo Grêmio de Comunicações da Sociedade Acadêmica Phoenix Naval.

LOGS e RESULTADOS

>>Só serão aceitos LOGS no formato Cabrillo, devendo ser utilizado “log type” CVADXCW ( para CW) e CVADXSSB ( para SSB) << Esse arquivo pode ser baixado no site da escola naval no endereço: http://www.gcen.org.br
Os Logs somente serão recebidos através do e-mail, até o 30º dia após o término do concurso. concurso@gcen.org.br  O Resultado será divulgado neste site após o término das apurações.
COQUETEL DE PREMIAÇÃO
>> A premiação será feita em março de 2014 nas instalações da Escola Naval durante a semana das Comunicações Navais com data previamente divulgada. <<

Contamos com a presença de todos!

BAIXE ESTE REGULAMENTO EM PDF:  http://bit.ly/10LHDwS

Samuel Morse (1791 – 1872) inventou o código (que leva seu nome) e, emitindo impulsos eletromagnéticos, passou mensagens, na metade da década de 1830, de um ponto a outro. Foi uma revolução nas comunicações, a comunicação digital começava ai…   
Ou você acha que o CW é o que?

O CRAJE parabeniza a todos que mantem e praticam a arte do CW.  
24 de Maio, dia do telegrafista.

Matéria de “utilidade Pública” aos radioamadores


 
Olá,
Hoje vamos mostrar em fotos como montar um conetor PL259 em um cabo RG213 (à moda sueca) pois foi um cara sueco quem ensinou..hihi.
Foto 1: PONTO DE ABERTURA DO CORTE
Pegue o conector PL259 e com uma pequena lima, faça uma abertura entre esses dois furos, onde se vê.
Vamos abrir uma “boca” entre eles.

PL259 foto 1

FOTO 2: CORTE LATERAL
Começando o corte.. Escolha uma pequena lima para metais Que tenha o tamanho ideal para que a “boca” que vamos abrir, seja correspondente ao diâmetro dos furos já existentes no PL259..

PL259
FOTO 3: RESULTADO
O resultado final do corte dereva ficar assim.
PL259
PL259
FOTO 4: MEDIDA
Agora começaremos a preparar o cabo RG-213 para a montagem.
Desencape o RG-213 na distância que corresponda:  da ponta do PL259 até a base da rosca do mesmo.. Veja no detalhe da foto 4 até onde eu desencapei. Não precisa mais do que isso.. Não sei de cabeça quantos centímetros, mas descobri que assim dá super certo!
RG213
FOTO 5: ESTANHO
INFORMATIVO: Toda a operação foi feita com um ferro de solda 40W!
Estanhe a malha do cabo em toda a sua volta  para que fique como na foto.
Não precisa estanhar até o topo! Vamos aproveitar só a parte que vai “aparecer pela boca”

RG213
FOTO 6: CORTE IMPORTANTE!
Nesse momento estamos cortando o excesso da malha estanhada.
O segredo é cortar com um estilete. Vá cortando com calma, mas com firmeza para que o corte saia limpo e preciso.
CUIDADO: Não faça muita força para não acabar transpassando o dielétrico e chegando no condutor central… Aí “babou”
Corte a malha no ponto equivalente a altura da parte superior da “boca” que abrimos no PL259.
Esse pedaço de malha estanhada vai entrar no conector, e ser sodada pela “boca” que abrimos.

FOTO 6
FOTO 7: CORTANDO O DIELÉTRICO
OK.. Com o mesmo estilete  vamos cortar o dielétrico do cabo.. MAS!! (pulo do gato) vamos deixar um pequeno pedaço dele na base.
Veja na foto como! Pode-se notar um pedaço do dielétrico “sobrando” acima da malha estanhada.
Isso é importante!
 FOTO 7
FOTO 8: ESTANHANDO O CONDUTOR CENTRAL
Retirado o que sobrou do corte do dielétrico, vamos estanhar o condutor central.. Da mesma forma que foi feito na malha.
Reparem no pedaço do dielétrico branco que sobrou do corte anterior..
Sem mistérios…
FOTO 8

FOTO 9: MONTAGEM…
Bem… Com tudo estanhado e devidamente cortado nas suas medidas, está na hora de começar a montar o cabo!
ATENÇÃO: Não vai dar mole e esquecer de colocar a capa do conector no cabo primeiro! Você desenroscou a capa de seu conector para montar isso!!
Encaixe o conector PL-259 no cabo como na foto.
Agora podemos ver a malha estanhada de acordo com a “boca” que fizemos na lateral do conector.
E o pedaço de dielétrico que deixamos “sobrando” anteriormente, está garantindo o isolamento dentro do conector, entre a malha e o condutor central.
Não queremos curto algum!!
IMPORTANTE! Não deixar o isolante (dielétrico) aparecendo pelos buracos e boca do conector.
FOTO 9
FOTO 9b
FOTO 10: SOLDANDO TUDO:
Primeiro solde a malha, só então corte o excesso do condutor central..
Cubra toda a “boca” para que fique firme e bem soldada.
Faça o mesmo nos os dois furos, que sobraram a volta.
Corte o excesso do condutor central e solde o mesmo..Depois de tudo soldado, de um acabamento com a lima para que não fique nenhuma ponta da solda, ou pedaços pontiagudos do fio sobrando.
DICA: Cuidado para não estragar o banho de prata (no caso do conector Amphenol)
FOTO 11

FOTO 10

FOTO 11: PRONTO.
Seu cabo RG213 com conector PL-259 está pronto para o uso.. Não esqueça de rosquear de volta a capa do conector ao seu devido lugar.
Tudo certo e bem firme.. Sem folgas ou curtos?
Bons DXs.
73 de PY1CG
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Fonte: http://www.riodxgroup.com/artigos/soldando-conector-uhf-pl259-no-cabo-rg-213-moda-sueca


Nilson Bender estava internado há cerca de um mês com problemas pulmonares, e sofreu uma parada cardíaca

Nilson Bender em sua gestão, sabedor da importância do radioamadorismo, foi o responsável pela doação do terreno onde foi edificada nossa sede.
Será lembrado por sua obra e carater.

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CONCURSO DXCB ONDAS MÉDIAS 2013
Atenção radioescutas e dexistas, o Conselho Executivo do DX Clube do Brasil tem uma
importante informação a todos vocês:
No próximo dia 05 de Maio, quando se comemora o dia das comunicações, o DX Clube
do Brasil promoverá o “CONCURSO DXCB OM 2013″ visando estimular a pesquisa e
escuta de emissoras de Ondas Médias (OM) no espectro de freqüência compreendido
entre 530 e 1710 khz.
O concurso é dirigido para radioescutas e dexistas, associados ou não do DX Clube do
Brasil, que residam em qualquer cidade do território nacional. Para este concurso não
serão aceitas participações de residentes em outros países.
O concurso iniciará às 00:00 hs do sábado, dia 4 de Maio, tendo o seu final previsto
para as 23:59 hs do domingo, dia 5 de Maio de 2013.
Todos os participantes receberão por e-mail um diploma de participação, independente
de quantos registros tenham enviado para a organização do evento.
Os 3 participantes que alcançarem as melhores pontuações receberão prêmios do
DXCB. Os prêmios serão definidos pelo Conselho Executivo e divulgados no site do
clube e nas listas Radioescutas e DXCB até a data de início do concurso.
Preparem seus receptores, antenas e acessórios que poderão ser utilizados para melhorar
as condições de recepção dos sinais de OM.
As inscrições poderão ser feitas diretamente no site do DXCB em
www.ondascurtas.com clicando no menu “Atividades” e em “Inscrição em eventos”.
Participe de mais este capítulo da história das escutas de OM do nosso país!

Fonte:http://www.labre-rs.org.br/